quarta-feira, outubro 27, 2010

Top Five Dilma Rousseff


Ou ela ja´está com Alzheimer, ou começou a beber feito o chefe dela...
Vejam só que belas propostas tem a candidata de "esquerda" apoiada pelos esquerdistas Zé Sarney, pelo impoluto esquerdista Paulo Maluf, e pelo confiável esquerdista Jader Barbalho, entre outros.

Quem gera renda e quem consome mais...

Agora vocês entenderam porque a popularidade do Lula é grande nos estados que vivem as custas do Sul maravilha? Com os impostos escorchantes cobrados? Estão entendendo uma das raízes do movimento eclodido em São Paulo em 32?

QUAIS ESTADOS GERAM RENDA e quais estados consomem a renda no Brasil


O Brasil que trabalha...

Estado

Quanto paga ao governo federal

Quanto recebe do governo federal

Resultado final

Acre

244.750.128,94

2.656.845.240,92

2.412.095.111,98

Amazonas

6.283.046.181,11

3.918.321.477,20

2.364.724.703,91

Amapá

225.847.873,82

2.061.977.040,18

1.836.129.166,36

Pará

2.544.116.965,09

9.101.282.246,80

6.557.165.281,71

Rondônia

686.396.463,36

2.488.438.619,93

1.802.042.156,57

Roraima

200.919.261,72

1.822.752.349,69

1.621.833.087,97

Tocantins

482.297.969,89

3.687.285.166,85

3.204.987.196,96

Alagoas

937.683.021,32

5.034.000.986,56

4.096.317.965,24

Bahia

9.830.083.697,06

17.275.802.516,78

7.445.718.819,72

Ceará

4.845.815.126,84

10.819.258.581,80

5.973.443.454,96

Maranhão

1.886.861.994,84

9.831.790.540,24

7.944.928.545,4

Paraíba

1.353.784.216,43

5.993.161.190,25

4.639.376.973,82

Pernambuco

7.228.568.170,86

11.035.453.757,64

3.806.885.586,78

Piauí

843.698.017,31

5.346.494.154,99

4.502.796.137,68

Rio Grande do Norte

1.423.354.052,68

5.094.159.612,85

3.670.805.560,17

Sergipe

1.025.382.562,89

3.884.995.979,60

2.859.613.416,71

Goiás

5.397.629.534,72

5.574.250.551,47

176.621.016,75

Mato Grosso

2.080.530.300,55

3.864.040.162,26

1.783.509.861,71

Mato Grosso do Sul

1.540.859.248,86

2.804.306.811,00

1.263.447.562,14

Espírito Santo

8.054.204.123,9

3.639.995.935,80

4.414.208.188,1

Minas Gerais

26.555.017.384,87

17.075.765.819,42

9.479.251.565,45

Rio de Janeiro

101.964.282.067,55

16.005.043.354,79

85.959.238.712,76

São Paulo

204.151.379.293,05

22.737.265.406,96

181.414.113.886,09

Paraná

21.686.569.501,93

9.219.952.959,85

12.466.616.542,08

Rio Grande do Sul

21.978.881.644,52

9.199.070.108,62

12.779.811.535,9

Santa Catarina

13.479.633.690,29

5.239.089.364,89

8.240.544.325,4

Agora você entendeu o porque da popularidade dele...

Nós pagamos e eles elegem o Presidente... Com a ajuda de alguns incáutos teimosos que não querem ver!

ATENÇÃO ESPECIAL AO MARANHÃO !...

terça-feira, outubro 26, 2010

MENSAGEM DOS LIDERES RELIGIOSOS AOS CRISTÃOS



Líderes Católicos falam sobre os princípios que sempre devem ser lembrados.

O "TEA PARTY"!

1. O "Tea Party" organizou-se, meses atrás, no Partido Republicano dos Estados Unidos, representando sua ala mais conservadora. O nome vem da guerra da independência dos EUA quando adotou-se essa denominação a partir do aumento dos impostos sobre o chá por parte da Inglaterra, desencadeando reações das 13 colônias no que viria a ser os EUA.

2. O "Tea Party" venceu várias primárias do Partido Republicano para a escolha de candidatos a deputado e senador com vistas à eleição parlamentar da primeira semana de novembro próximo. Surpreenderam, após a morte do senador Kennedy, vencendo com o senador Scott Brown, a eleição da vaga, que era controlada pelos democratas há 46 anos.

3. Seus 12 principais líderes são: Sarah Palin (ex-candidata a vice-presidente na última eleição, foto acima) / Marco Rubio (de origem cubano, candidato a senador pela Florida) / Jim de Mint (senador republicano pela Carolina do Sul) / Karl Rover (ex-conselheiro politico de George Bush) / Sharron Angle (candidata ao Senado por Nevada) / Glen Beck (apresentador de TV e Radio) / Christine O'Donnel (candidata ao Senado por Delaware) / Ron Paul (deputado republicano pelo Texas) / Ken Buck (promotor e candidato ao Senado pelo Colorado) / Joe Miller (Juiz e candidato ao Senado pelo Alaska) / Michael Steele ( Presidente do Comité Nacional dos Republicanos, e primeiro dirigente negro do partido) / Scott Brown ( senador por Massachusetts na vaga de Edward Kennedy).

4. Uma presença significativa do "Tea Party" no próximo Congresso dos EUA acentuará a intensidade da oposição a Obama.

segunda-feira, outubro 25, 2010

Direito à verdade!



Divulgue este vídeo. Pode ser que, até domingo, a gente consiga saber quem é a verdadeira Dilma. Ou ajude a impedir a eleição de uma farsa.

"Popular, sim. Grande, não!"

Assino embaixo da brilhante coluna de Ricardo Noblat (foto), publicada hoje em "O Globo". Leia:

"'Política, a gente não pode fazer com ódio, com agressão, mas ninguém aguenta mentira!' (Lula, sobre a agressão a Serra)

Bolinha de papel, rolo de fita crepe, pano de bandeira, chumaço de algodão - nada pode ser usado de forma hostil para atingir alguém sob pena de tal ato configurar uma agressão. O que militantes do PT foram fazer em Campo Grande, no Rio, quando o candidato José Serra (PSDB) esteve por lá na tarde da última quarta-feira em busca de votos?
Não foram saudá-lo democraticamente.
A tal ponto de civilidade não chegaremos tão cedo. Aos berros, munidos de bandeiras e dispostos a tudo, tentaram impedir que o candidato e seus correligionários exercessem o direito de ir e de vir, e também o de se manifestar, ambos assegurados pela Constituição. O PT tem uma longa e suja folha corrida marcada por esse tipo de comportamento violento, autoritário e reprovável, que deita sólidas raízes em suas origens sindicais.
A força bruta foi empregada muitas vezes para garantir a ocupação ou o esvaziamento de fábricas. E também para se contrapor à força bruta aplicada pelo regime militar na época em que o PT era apenas uma generosa ideia. Para chegar ao poder, o PT sentiu-se obrigado a ficar parecido com os demais partidos - para o bem ou para o mal.
Mas parte de sua militância e dos seus líderes não abdicou até hoje de métodos e de práticas que forjaram sua personalidade. É uma pena. E um sinal de atraso.
Uma vez no poder, vale tudo para permanecer ali. Vale o presidente da República escolher sozinho a candidata do seu partido. Vale ignorar a Constituição e deflagrar a campanha antes da data prevista. Vale debochar da Justiça. Vale socorrer-se sem pudor da máquina pública para fins que contrariam as leis. Vale intimidar a Polícia Federal para que retarde investigações que possam lhe causar embaraços. E vale orientá-la para que vaze informações manipuladas capazes de provocar danos pesados a adversários.
No ocaso do primeiro turno, pouco antes de Dilma se enrolar na bandeira nacional e posar para a capa de uma revista como presidente eleita, a soberba de Lula extrapolou todos os limites.
Ele foi a Juiz de Fora e advertiu os mineiros: seria melhor para eles elegerem um governador do mesmo grupo político de Dilma. Foi a Santa Catarina e pregou irado a pura e simples extirpação do DEM. Foi a São Paulo, investiu contra a imprensa e proclamou com os olhos injetados: "A opinião pública somos nós". O mais sabujo dos auxiliares de Lula reconhece sob o anonimato que o ataque de fúria do seu chefe contribuiu para forçar a realização do segundo turno. Não haverá terceiro turno. Se desta vez as pesquisas estiverem menos erradas, Dilma deverá se eleger no próximo domingo - e até com uma certa folga. Mas a eleição ainda não acabou, meus senhores. A História está repleta de casos onde um passo em falso, um gesto impensado ou uma surpresa põe tudo a perder.
O que disse Lula a respeito do episódio do Rio protagonizado por Serra e por militantes do PT só confirma uma vez mais o quanto ele é menor - muito menor - do que a cadeira que ocupa há quase oito anos. Lula foi sarcástico quando deveria ter sido solidário com Serra, de resto seu amigo de longa data. Foi tolerante e cúmplice da desordem quando deveria tê-la condenado com veemência. Foi cabo eleitoral de Dilma quando deveria ter sido presidente da República no exercício pleno da função.
Sua popularidade poderá seguir batendo novos recordes - e daí? Não é disso que se trata. Popularidade é uma coisa passageira.
Grandeza, não. É algo perene.
Que sobrevive à morte de quem a ostentou. Tiririca é popular. Nem por isso deve passar à História como um político de grandeza.
No seu tempo, Fernando Collor e José Sarney, aliados de Lula, desfrutaram curtos períodos de intensa popularidade. Tancredo Neves foi grande; popular, não.
Grandeza tem a ver com caráter, nobreza de ânimo, sentimento, generosidade.
Tudo o que falta a Lula desde que decidiu eleger Dilma a qualquer preço."

Rubens Bueno estaria defendendo a tia-bisavó quando bateu em Requião!

No final do ano 1892 começou o movimento, mais tarde chamado de Revolta da Armada, quando treze oficiais-generais do Exército e Marinha assinaram um manifesto intimando Floriano Peixoto, que assumira a Presidência da República em virtude da renúncia de Deodoro da Fonseca, a convocar novas eleições. Entre os que exigiam eleições estava um tio-bisavô do Roberto Requião de Mello e Silva, que era o vice-almirante Custódio José de Mello, e que junto com Luiz Felipe Saldanha da Gama refletiam o descontentamento da Marinha Brasileira. Esse vice-almirante, parente do governador Requião, tinha um “irmão torto” que morava em Curitiba. Como parente do nosso governador já era adepto ao nepotismo, usando de seu prestígio na República, nomeou o irmão-torto cabo da Policia em nossa cidade. O irmão-torto (Diniz de Mello) do vice-almirante Mello, tio-bisavó do Requião, morava na rua Campos Gerais, hoje rua Vicente Machado, na região da Delegacia do Trabalho.

Quem também morava na rua Vicente Machado, naquela época, era a Maria Bueno, nascida em Morretes. Maria Bueno passou a infância em Campo Largo e já mocinha veio morar ali, próximo à casa do irmão-torto do vice-almirante Mello, o indivíduo chamado Diniz Mello, cabo da Polícia.

A Vicente Machado, entre as ruas Visconde de Nacar e Brigadeiro Franco, era, no final daquele século, uma zona do meretrício.

Embora tarde da noite, retorna para casa atravessando um matagal na rua Campos Gerais, a atual Vicente Machado. Lá se encontra Diniz, emboscado. Tenta violentá-la e, ao defender-se, Maria Bueno é degolada no dia 29/01/1893, aos 29 anos.

Segundo os devotos que idolatram a milagreira Maria Bueno, na madrugada da sua morte estava em uma festa, quando recebe um chamado da viúva para quem trabalhava em casa.

Mais tarde foi construído um túmulo (foto) para Maria Bueno no Cemitério Municipal de Curitiba, no bairro São Francisco, local de romaria de devotos até os dias atuais.

Nessas eleições, o governador Roberto Requião chegou um dia em Campo Mourão e lá estava o Rubens Bueno, hoje eleito deputado federal. Sem qualquer motivo aparente, o Rubens Bueno partiu para cima do Requião e teria dado dois tapas no governador.

No dia de ontem, fui cortar o cabelo no salão que fica no prédio do Hotel Del Rey, quando, na cadeira do lado, um senhor com uns 90 anos contava que a Maria Bueno era parente do Rubens Bueno. E que foi em função do assassinato da milagreira, em 1893, a revolta de Bueno em vingar a tia-bisavó em cima do bisneto do vice-almirante Mello - que tinha o irmão-torto, Diniz de Mello, que violentou e matou a santa.

Foi colocada uma cruz de madeira no local de sua morte, onde nasceu uma rosa vermelha. Segundo a lenda, Maria Bueno passou a atender às preces dos devotos que iam até o local na frente do Hospital São Vicente.

Fonte aqui.

Jingle sob medida para Dilma

sexta-feira, outubro 22, 2010

O Brasil sabe quem é Dilma?



Dilma e seu guia espiritual

Capa da Veja dessa semana! ..rs...

Clique na imagem para vê-la maior

Programa de Propaganda de José Serra - 22/10/2010 (à tarde) - Excelente!

O FIM DO 'ESTADO DO BEM ESTAR' NA GRÃ-BRETANHA?

Trechos do artigo de Walter Oppenheimer (foto), no El País (21).

1.
O Partido Conservador britânico anunciou o maior corte de gasto público que se lembra o Reino Unido desde a II Guerra Mundial. É o maior ajuste do Estado do Bem Estar, jamais pensado por um governo britânico. Ainda que a motivação oficial seja econômica, pode acabar marcando politicamente a legislatura que acaba de começar.


2.
O que não se sabe ainda é em que sentido vai apontar. O que se sabe é que quase meio milhão de trabalhadores do setor público vão perder o emprego. Que o Estado de Bem Estar britânico vai se ver reduzido em mais de 19 bilhões de libras ao ano, (21,6 bilhões de euros). Que as taxas universitárias vão se multiplicar. Que os exércitos britânicos vão perder efetivos humanos e materiais. Que conseguir uma habitação social vai ser muito mais caro. Que homens e mulheres vão ter que trabalhar até os 66 anos, antes de poder cobrar uma aposentadoria pública.


3. O ministro da fazenda, George Osborne (foto), adotou tons dramáticos ao apresentar o ajuste na Câmara de Deputados: "Hoje é o dia que Grã-Bretanha dá um passo atrás, estando na beira do abismo", disse. "Atacar o déficit orçamentário é inevitável. Renunciar agora a isso e abandonar nossos planos seria um caminho à ruina económica", agregou. "Temos a pior herança económica da historia", dramatizou. "Temos que tomar decisões duras para assegurarmos que a catástrofe económica dos anteriores Governos não se repita", insistiu.

4. Argumentos, na realidade, mais políticos que económicos. Ninguém no Reino Unido discute que há que reduzir o déficit público. Nem sequer os trabalhistas. O debate, vem há meses, mas, todavia agora, e até onde tem que chegar a tesoura, em um momento, em que a recuperação económica é muito frágil. "Não era necessário concentrar-se tanto o ajuste no gasto. Isso era una opção. Eu poderia estar em geral de acordo com isso. Mas é tanto uma decisão política como uma necessidade económica", escreveu no mesmo dia Martin Wolf (foto), legendário comentarista do Financial Times e nada suspeitos de ser de esquerda.

quinta-feira, outubro 21, 2010

O pai da cultura brasileira

Não resisti.
Deixar uma Foto-Fato dessa esvair-se ???
Não. De modo algum.
Vamos torná-la indelével.
Olhem só o gênio de nossa CURTURA !!

quarta-feira, outubro 20, 2010

Esse é o verdadeiro PT!

Petistas argumentando política!







Serra foi agredido hoje, quando fazia caminhada pela Zona Oeste do Rio.
As provas da barbárie, estão acima.


VALORES SÃO CONSERVADORES E CANDIDATOS AINDA NÃO ENTENDERAM ISSO!

1. O crescimento de Marina, no primeiro turno, em base ao voto evangélico contra o aborto, levou Serra e Dilma a abrirem o segundo turno com contatos com as Igrejas - evangélicas e católica -, a assinar documentos, distribuir panfletos com afirmações cristãs... Suas assessorias não entenderam - ainda - esse processo. Mas ainda há tempo de entenderem. São vários programas de TV, debates e dias de campanha.

2.
Nos valores cristãos, a vida/rejeição ao aborto é um dos pontos mais visíveis do discurso conservador. Aqui e alhures. Vide a temperatura dos debates a respeito, no mundo todo. Mas quando este ponto de forte impacto aflora, na verdade é indicação que os valores conservadores ganham destaque na conjuntura e mobilizam grande parte da população e, portanto, do eleitorado. E não só os valores cristãos.


3.
Valores conservadores - em geral - são aqueles que minimizam - ou eliminam - a insegurança das pessoas, as incertezas, e sinalizam para um futuro previsível. As reformas liberais, atingindo a previdência, as funções do estado, a desmontagem dos ofícios (profissões que iam de pai para filho desde a idade média), os riscos de desemprego, o sistema de saúde, a insegurança pública..., potencializaram a sensação de um futuro de imprevisibilidades.


4. Isso nos ensinou o sociólogo alemão Ralph Dahrendorf (foto), naturalizado britânico, Sir, membro da Câmara dos Lordes, e um mestre liberal. Disse ele que os méritos das reformas liberais deveriam ser compensados pelas imprevisibilidades quanto ao futuro que aportavam. Quando surge em destaque um valor conservador, há que se colocar em cima da mesa para análise que elementos de insegurança e de incerteza quanto ao futuro estão na cesta de preocupações do eleitor e que são apenas aglutinados e resumidos em um deles.

5.
As equipes dos candidatos deveriam analisar a fundo o conjunto das preocupações dos eleitores, que se traduzem em valores conservadores. A França de hoje é um exemplo. Sarkozy é um líder conservador e com esses valores ascendeu e se afirma, especialmente em relação à lei e a ordem. Mas enfrenta uma greve geral de grandes proporções porque tocou em um dos pilares da segurança quanto ao futuro do trabalhador: seu sistema previdenciário. No caso, os valores conservadores estão representados pelos grevistas e não por Sarkozy.


6.
Que questões são essas no Brasil que podem ser englobadas em valores conservadores com impacto eleitoral? O sistema previdenciário é claramente uma delas. Mas aí se pisa em ovos, em função da questão fiscal. Quem quebra os ovos? A violência, as drogas, a segurança pública, que esperam um discurso contundente dos candidatos. E nada se ouve. O sistema de emprego e não como seguro, mas como expansão garantida mesmo que por obras públicas. O sistema de bolsas criado e que agora surge como incerteza/certeza. A questão das funções do estado e das privatizações/terceirizações/organizações e os riscos que incorporam. A saúde pública como oferta de serviços de rotina e não agregações sofisticadas a nível pontual ou gerencial. E por aí vai.


7.
Cabe às assessorias dos candidatos - listar e checar em pesquisa - e hierarquizar de forma a que a comunicação nesses dias finais possa dar destaque aos temas, incluir agendas e mobilizar o eleitor, dando ao mesmo, confiança, garantias e certezas de forma a que o discurso de valores conservadores ganhe abrangência e profundidade. Não tenham dúvida. Essa é a agenda vencedora. Que o governo tenta resgatar com o risco de mudanças em seus programas, mas que vai muito além disso. E - por isso mesmo - quem governa e não fez..., perdeu a vez. Se não há tempo para pesquisa, vale a intuição de políticos experimentados.

terça-feira, outubro 19, 2010

A VOLTA DA PERSONALIDADE POLÍTICA AUTORITÁRIA!

Trechos ao artigo de José Luis Álvares (foto), doutor em sociologia pela Universidade de Harvard e professor da ESADE-Espanha, no jornal El País de 18/10.

1. Para essa volta se precisa do desprestígio dos partidos políticos e seus líderes e do medo, da desesperança e do ressentimento, que são os desencadeantes da personalidade autoritária. O tratamento dado pelos meios de comunicação à política como espetáculo, acelera e difunde.

2. A psicologia politica tem em uma de suas linhas fundamentais o estudo da personalidade autoritária. As características do tipo psicológico autoritário são: o convencionalismo, agressividade, superstição, pessimismo sobre a natureza humana, curtoprazismo, simplismo nas soluções de problemas complexos, desconfiança com o pensamento não convencional (artistas...).

3. A personalidade autoritária surge com maior frequência através dos grupos sociais tomados pelo medo, a desesperança e a marginalidade.

4. Fazer política nessas situações, também é fazer trabalho emocional. E o critério principal do tratamento das emoções é tratar as pessoas onde estão emocionalmente e não onde -idealmente- deveriam estar. As pulsões autoritárias se tratam com mecanismos de compensação que canalizem estas emoções. As meras desqualificações as exacerbam.

O presidente, o Governador e o Povo!

video
O início já é chocante. O menino diz que seu esporte preferido é tênis e pergunta por que não há jogos da modalidade no local. Lula responde que “Tênis é esporte da burguesia, p*%rra!” e, em seguida, sugere que Leandro pratique natação. O jovem então responde: “A gente não pode entrar na piscina!”.
Antes que Lula esboçasse qualquer reação, Cabral pergunta ao menino – em tom quase debochado, diga-se de passagem – por que a população não poderia entrar na piscina. Leandro, que não é governador, não tinha a resposta.

Nesse momento, há um corte no vídeo e Lula aparece falando com pessoas que, aparentemente, são responsáveis pelo complexo. O presidente, visivelmente preocupado com a imagem, avisa: “O dia que a imprensa vier aí e pegar um final de semana com essa p*%rra fechada, o prejuízo político será infinitamente maior que colocar dois ‘guarda’ aí. Coloca dois ‘guarda’ aí.

Coloca ‘o Bombeiro’ para tomar conta e abre isso.”. Cabral concorda.

No fim, Cabral chama o menino de “otário” e sugere: “Coloca essa inteligência toda para estudar, sacana.”. Foi o desfecho ideal para o jovem, além de dizer que vai sempre á escola, corrigir o governador e mostrar que tem nome: “Leandro”.

sexta-feira, outubro 15, 2010

Em Santa Catarina, Bornhausen "extirpou" o Lula, que até viagem cancelou.

Do Blog do Moacir Pereira, do DC:
O presidente estadual do PT, José Fritsch, e a coordenadora regional da campanha Dilma, Ideli Salvatti, foram surpreendidos com o comunicado do Palácio do Planalto que estava cancelada a visita que o presidente Lula faria hoje a Chapecó. Motivos para a decisão presidencial não foram dados. José Fritsch falou com o presidente do Diretório Nacional, José Eduardo Dutra, que também ignorava as razões do cancelamento.
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Sugerimos que a raça petista pergunte ao Dr. Jorge Bornhausen. Ele vai ter o máximo prazer em informar o motivo. Ainda mais agora que Dilma Rousseff se comparou com Anita Garibaldi. A diferença para Serra, que seria de 1 milhão de votos, será um pouco mais.

sexta-feira, outubro 08, 2010

O SEGUNDO TURNO É OUTRA ELEIÇÃO? TV MUDA!

1. Está mais que comprovado que, para o eleitor, ter tempo de TV significa ter força e poder vencer. Não é decisivo, mas tem um peso muito grande. Um candidato a presidente ou governador sem tempo de TV é percebido pelo eleitor como alguém sem força e sem apoio.

2. Por isso, um candidato que tem muito tempo de TV no primeiro turno e vai para o segundo, deve tomar muito cuidado. Por exemplo. Se tem 10 minutos de TV, e seu adversário 7 minutos, no segundo turno os dois têm tempo igual de 10 minutos. Ou seja: seu adversário cresceu 50% na percepção do eleitor.

3. Antes, o eleitor via - por probabilidade - 50% mais inserções e programas em TV que seu adversário. Agora empata.

4. E mais. Os candidatos a governador que tiveram vitórias exuberantes e que, portanto, são fortes eleitores, já não aparecem mais no segundo turno. São os casos da Bahia, Pernambuco, Estado do Rio e Espírito Santo, por exemplo. Seus programas e inserções recebiam uma overdose de Lula. Isso desaparece.

5. Portanto, o mais provável - se a TV de Serra acertar no ponto - é que a diferença entre os dois caia de muito, com os primeiros dias de TV que recomeça hoje.

O povo canta!

video

"CANDIDATOS, PESQUISAS E FEITICEIROS"!

Trechos do artigo (El País-20/09) de José Andrés Torres Mora (foto), professor de Sociología e deputado socialista.

1. Quando eu penso sobre a relação dos sociólogos eleitorais (analisando pesquisas), com os políticos, sempre me recordo de uma piada contada pelos antropólogos sobre uma aldeia de índios Hopi, perto de um observatório meteorológico. Depois de uma longa seca, os índios começaram a pressionar o novo feiticeiro da aldeia para que fizesse a dança da chuva. O bruxo tentou adiar a cerimônia para ver se chovia. A pressão da tribo culminou em ameaças sérias. Encurralado, o feiticeiro organizou a cerimônia e depois da tribo dançar até tarde da noite, disse aos índios que antes de dormir tirassem todos os seus potes para coletar água. Quase ao amanhecer, o feiticeiro fugiu da aldeia. Mas antes foi até o observatório meteorológico e ali viu um homem com um casaco branco, se aproximou dele e perguntou: "Você poderia me dizer se vai chover hoje?". O homem respondeu sem hesitar: "Sim". O feiticeiro perguntou ao cientista: "Como você pode ter tanta certeza?", ao que o cientista respondeu: "Porque os índios da aldeia lá embaixo colocaram seus potes para recolher a água da chuva."

2. Ao se escolher um candidato exclusivamente a partir das pesquisas se produz uma tautologia: o melhor candidato é aquele que segundo a pesquisa tem maior probabilidade de vencer. No entanto, é possível pensar que o melhor candidato, coincidindo ou não com a pesquisa, é aquele que tem mais competência na hora de resolver os problemas, aquele que demonstra maior coragem moral frente à injustiça, aquele que tem o melhor projeto ou qualquer outra qualidade que você acha ser importante para governar, e que sendo conhecida será também reconhecido pelos eleitores como algo valioso. As coisas mudam como resultado de nossas ações, e muitas vezes em um sentido diferente do que o esperado.

3. Em pesquisa, a uma pergunta impossível, uma resposta inútil. A política não pode ser reduzida a uma ciência, seja econômica, sociológica ou qualquer outra. A política tem de responder aos problemas que não tenham uma solução científica. A política tem a ver com as decisões cujas consequências são incalculáveis, para as quais não existe uma resposta verdadeira, mas um acordado razoável e apoiada por uma maioria. Alguns acreditam que é suficiente contratar as melhores agências de marketing eleitoral para ganhar uma eleição, que há um método científico para eleger os candidatos e fazer os programas.

4. Nada disso é verdade. Uma decisão política é mais parecida com a aposta de um empreendedor do que com um cálculo matemático. Nenhum sociólogo assumiria, por fazer a estimativa de um resultado eleitoral, a mesma responsabilidade que um arquiteto para a estabilidade de um edifício. Não haverá ninguém a quem reclamar se elegermos o candidato que diz a pesquisa e não o que temos vontade. Não há uma apólice de seguros ou uma empresa que seja responsável pelos danos, são os militantes que terão de arcar com as consequências.

5. Por isso, o melhor conselho que podemos dar a aqueles que vão escolher, é que votem naquele que conscientemente consideram o que melhor os representa e a sua causa, e não aquele apontado por um feiticeiro disfarçado com um jaleco branco de sociólogo. Algo tem as pesquisas que, em nosso país, o legislador proibiu publicá-las alguns dias antes da eleição. A pesquisa que se apresentava, mostrava um mapa da opinião antes da deliberação, mas a democracia não consiste somente em votar, mas sim fazê-lo depois de ter deliberado livremente.