segunda-feira, setembro 04, 2006

Controladores ingleses Rothschild, que sustentam reeleição de Lula, vão dominar a nova Bolsa de Mercadorias & Futuros do Brasil

O escudo da família

por Jorge Serrão

O Grupo Rothschild, que controla a economia mundial e sustenta a continuidade do atual governo no Brasil, dá mais um passo para impedir a soberania brasileira no comércio de mercadorias. Os banqueiros ingleses foram “escolhidos” para estudar sua desmutualização e eventual abertura de capital da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM & F). O processo de desmutualização consiste em transformar a bolsa, que hoje é uma sociedade privada sem fins lucrativos, em uma “empresa rentável”. A pergunta é: rentável para quem?
A nova BM & F, controlada pelos interesses ingleses, vai determinar os destinos dos negócios brasileiros nos mercados de mineração, agropecuária, juros, dólar. Os Rothschild vão redesenhar, de acordo com suas conveniências comerciais, as unidades da BM & F que cuidam de operações com derivativos, ativos e câmbio, além de um banco de serviços de liquidação e custódia. A abertura de capital da BM & F será a consagração do controle inglês sobre o destino econômico do Brasil.
Os grandes empreendimentos do novo mandato de Lula, que envolvem articulações de negócio em toda a América Latina, Central e Estados Unidos, serão gerenciados pela bolsa de valores transatlântica – a primeira da história. A mais ousada operação do mercado acionário internacional, que teria movimentado a bagatela de US$ 20 bilhões em sua criação, foi liderada pelos banqueiros ingleses Rothschild & Sons (os principais donos de títulos das dívidas externas dos países do Terceiro Mundo). A nova empresa financeira foi o resultado da fusão da Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês) com o grupo europeu Euronext, que administra as Bolsas de Paris, Bruxelas, Amsterdã e Lisboa, além de derivativos em Londres.
O mega-projeto econômico vai passar por cima das “preferências ideológicas” (o que deixa cada vez mais claro que as ideologias, no mundo de hoje, são meros “instrumentos para a dominação”). O chamado Foro de São Paulo, que reúne as esquerdas latino-americanas, vai seguir a cartilha dos “controladores”. O Tratado dos Povos das Américas com Londres, assinado no dia 17 de maio deste ano, na Inglaterra, pelo presidente da República Bolivariana da Venezuela, Hugo Chávez, é mais um sinal objetivo da ligação umbilical entre os controladores ingleses da City londrina e os membros do Foro de São Paulo.
O time de controladores é tradicionalmente liderado pelos banqueiros David de Rothschild e seu primo Evelyn (do mesmo sobrenome), e do qual fazem parte também os dirigentes dos bancos ingleses HSBC (que controla os negócios dos capitalistas de Estado chineses) e Barclay’s Bank, do alemão Deutsche Bank, do francês Societé Génerale e dos canadenses Nova Scotia e Royal Bank of Canada.Bancos japoneses e transnacionais norte-americanas (comandadas por capitais ingleses) também farão parte do “clube de negócios” que promete “mudar” o Brasil no novo governo Lula.

Quem são os controladores?
Os Rothschild, de tradicional família judia inglesa, controlam um dos maiores bancos de investimento do mundo - que garantem ajuda financeira a governos, grandes corporações e ONGs internacionais.
Os banqueiros Rothschild, que comandam nossa dívida externa desde 1825, na gestão de Dom Pedro I - aquele declarou o Brasil “independente” de Portugal, mas dependente dos ingleses - são os verdadeiros controladores do mundo.
Foi a City londrina quem levou à falência o Barão de Mauá, o lendário Irineu Evangelista de Sousa, fundador do Banco do Brasil, no tempo de D. Pedro II.
Defensor da soberania brasileira, Mauá foi levado à falência por defender interesses nacionais em ferrovias, em detrimento dos negócios dos Rothschild (seu parceiro nos empreendimentos).

Lula já articula novo partido com Aécio Neves, e Dirceu quer presidir Furnas, Petrobrás ou BNDES no “novo” governo


O presidente Lula da Silva, que já se considera tecnicamente reeleito, pretende mesmo se livrar do Partido dos Trabalhadores, em seu próximo governo. Por isso, Lula vem insistindo, publicamente, na tese da reforma política urgente. A proposta do grupo próximo de Lula é a fundação deu um novo partido de linha social democrata mais à esquerda. O companheiro número dois da nova agremiação, depois de Lula, será o governador (praticamente reeleito) de Minas Gerais, Aécio Neves.
O novo partido (substituto do desgastado PT, envolvido em tantas denúncias) conta com o apoio internacional do Centro Tricontinental (grupo de poder sediado na Bélgica) que joga suas fichas em Lula e no time do Foro de São Paulo – a entidade que reúne as “esquerdas” na América Latina e Caribe. O mesmo organismo - que obedece ao grupo de banqueiros Rothschild (o controlador do mercado de derivativos e das dívidas externas dos países do terceiro mundo) – dá sustentação à recém anunciada “revolução socialista” do presidente Hugo Chávez, na República Bolivariana da Venezuela.
Enquanto se articula o novo partido, os assessores mais próximos de Lula já articulam com ele o novo ministério para o próximo governo, que pode começar a partir de dois de outubro – caso Lula consiga se reeleger no primeiro turno. A dúvida maior é sobre o destino de José Dirceu. Ele já apresentou três opções de cargos que deseja ocupar: as presidências de Furnas, Petrobrás ou BNDES. Sua fiel escudeira, Dilma Roussef, retornaria à pasta das Minas e Energia. Quem assumiria a Casa Civil da Presidência é um cearense que conquistou a confiança de Lula: Ciro Gomes. Aldo Rebelo vai para a pasta da Defesa, para “alegria” dos militares, que serão comandados por um comunista.
O time do novo governo tem outra dúvida: Se Tarso Genro fica no Ministério das Relações Institucionais, ou se vai para outra pasta. O certo é que será Ministro novamente. Quem sai mesmo do governo, por não concordar com o retorno de José Dirceu ao poder, é Márcio Thomaz Bastos. Quem deve assumir o Ministério da Justiça é Nelson Jobim, que ocupou o mesmo cargo no governo FHC, até ser premiado com o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal. No Ministério da Fazenda, Guido Mantega, já pediu para continuar. Henrique Meirelles também deixa o comando do Banco Central. A autoridade monetária pode parar nas mãos de Aloízio Mercadante, se ele não vencer (como tudo indica) o governo de São Paulo.
A senadora Ideli Salvati – pela garra com que defendeu o governo Lula no Senado – também será premiada com um ministério. Não se definiu qual, ainda. O provável substituto do ministro Gilberto Gil, na pasta da Cultura, é o cineasta Luiz Carlos Barreto. Não será surpresa se o novo ministro da Saúde for o médico particular do presidente Lula, Roberto Kalil.
Fonte aqui.

Boicote ao iG e Brasil Telecom - A VOZ DO PT

Diogo Mainardi, na Veja

José Dirceu tem um blog. Quer saber quanto o iG gasta com ele? Eu também quero. Quer saber de quem é o dinheiro do iG? É seu, tonto! De quem mais poderia ser? O iG pertence à Brasil Telecom. E a Brasil Telecom está na esfera dos fundos de pensão estatais. Eu já contei aqui na coluna como o lulismo tomou a Brasil Telecom de Daniel Dantas. Houve de tudo: financiamento ilegal de campanha, espionagem, chantagem, achaque e propina. Eu já contei também qual foi o papel de Lula na trama. Chega de me repetir. Quem quiser saber mais sobre o assunto, consulte o arquivo de VEJA. O que importa agora é como o iG está gastando seu dinheiro. E para onde ele está indo.
Luiz Gushiken é o ideólogo da propaganda lulista. Quando os fundos de pensão passaram a influir no iG, o portal se transformou na voz do PT. Caio Túlio Costa, aquele que Paulo Francis apelidou de "lagartixa pré-histórica", foi nomeado presidente do grupo em maio deste ano. De lá para cá, além de José Dirceu, foram contratados como comentaristas Franklin Martins, Paulo Henrique Amorim e Mino Carta. Todos eles na fase descendente de suas carreiras. Todos eles afinados com o DIP de Luiz Gushiken. Mais do que isso: Paulo Henrique Amorim e Mino Carta se engajaram pessoalmente na batalha comercial do lulismo contra Daniel Dantas. Quer saber quanto o iG paga a Franklin Martins? Entre 40 000 e 60.000 reais. Quer saber quanto ele paga pelo programa de Paulo Henrique Amorim? 80.000 reais.
O iG pode parecer pouca coisa. Mas é o terceiro maior portal do Brasil. Agora está pronto para difundir a propaganda do governo. O PT acaba de elaborar um documento em que pede uma "mudança nas leis para assegurar mais equilíbrio na cobertura da mídia eletrônica". Muita gente está alarmada com o documento. O temor é que, num segundo mandato, os lulistas atropelem as leis para tentar aumentar seu controle sobre a imprensa. O fato é que isso já aconteceu pelo menos uma vez neste mandato, quando a turma de Luiz Gushiken tomou de assalto o iG. O documento do PT fala em oferecer "incentivos econômicos para jornais e revistas independentes". Independente, para o PT, é José Dirceu. É Franklin Martins. É Paulo Henrique Amorim. É Mino Carta. É o assessor de imprensa de Delcídio Amaral, que tem um blog político no iG. Só falta o Luis Nassif. Essa é a turma que, segundo o PT, precisa de incentivos econômicos do Estado. Carta Capital sempre atacou Daniel Dantas. Acaba de ser recompensada por um acordo com o iG. De quanto? Eu quero saber.
Lula cantarolou a seguinte marchinha, como relatam os repórteres Eduardo Scolese e Leonencio Nossa no livro Viagens com o Presidente:

"Ei, José Dirceu,
devolve o dinheiro aí,
o dinheiro não é seu"

Lula conhece muito bem José Dirceu. Se diz que o dinheiro não é dele, é porque não é mesmo. Devolve o dinheiro aí, José Dirceu.

O GRANDE PADRINHO!

por Cesar Maia

Em artigo magistral, no Estado de SP de domingo, FHC disseca a natureza do governo Lula. O título do artigo - República da Malandragem - já antecipa a lógica da argumentação de FHC. A parte mais forte do artigo, é a última frase onde FHC chama Lula de mafioso ou Grande Padrinho, responsabilizando-o portanto, por toda a máquina de corrupção montada especialmente nos anos de 2003 e 2004. Nada tão oportuno!
Mas lembro-me que a meados de 2005, com todos os documentos e provas na mão, se discutia a responsabilização do presidente, de Lula. Um dirigente do PFL trouxe de SP, uma linha de atuação que teria sido proposta, em reunião, por FHC para aquela conjuntura. FHC teria dito que uma ação contundente da oposição em direção ao impedimento de Lula, naquele momento, seria repetir o erro do PT quanto a Collor, radicalizando pela sua cassação, e por isso pagou o preço, em 1990 (eleição parlamentar) e 1994 (presidencial e parlamentar), num abraço de afogado. E que a tática correta seria ir retirando ar, e apertando o cerco, de forma a se chegar no final do governo em 2006, com Lula em farrapos, mas como presidente.
Nesse caso a sucessão seria um strike. Claro, que as palavras são minhas, mas o conteúdo as ouvi mais de uma vez em reuniões especiais da direção do PFL. Desde que Roberto Jefferson entregou o jogo, que ficou claro que era uma situação muito mais grave que o caso Nixon.
Muito mais. O PFL - através de suas lideranças parlamentares e partidárias - sempre defendeu uma postura de oposição em cima dos fatos, sem flexibilização tática. O PSDB andou em cima do arame naquele período.
Bem, hoje... melhor assim, pois através de sua maior liderança, expressa aquilo que o PFL sempre disse a partir dos fatos. Resta saber se ainda há tempo. Resta saber se quem comanda a campanha é um publicitário ou é a direção do PSDB. O que escreve FHC no Estado de SP de ontem, está longe da temperatura da campanha de Alckmin. Mesmo o aquecimento da última semana, ainda é uma febre branda, que se alivia com panos molhados.

REPÚBLICA DA MALANDRAGEM

por Fernando Henrique Cardoso, no Estadão


Há momentos em que é melhor apelar à imaginação para entender a política. Nestes momentos, a literatura ajuda a explicar os vaivéns do cotidiano mais do que muita pesquisa minuciosa ou laivo iluminado de interpretação. Como é possível que, diante de tanto descalabro moral, as pessoas votem em consolidar uma situação governamental cujos pecados são expostos sem qualquer remorso e até mesmo com júbilo pelos que se consideram vitoriosos de antemão? Não é o próprio presidente quem diz que, afinal, tudo no mundo da política é mesmo sujeira e, portanto, de pouco valem as distinções entre bons e maus? Não foi de longe, de Paris, que, logo no início das denúncias de corrupção, o presidente, instruído por seus advogados, disse que todos fazem caixa 2, "coisa normal", misturando assim o crime de corrupção dos mensaleiros que receberam dinheiro vindo do Tesouro, por intermédio de cumplicidades administrativas e políticas, para comprar votos no Congresso com o delito dos candidatos que não declaram recursos provindos do caixa 2 das empresas?
Por que estranhar que alguns artistas ou intelectuais tenham introjetado tudo isso e, à guisa de esconderem sua própria falência moral (e também intelectual), proclamem que a eficácia na obtenção dos resultados suplanta a norma moral, deixando Maquiavel corado quando se pretende que foi dele que retiraram tal barbaridade? No fundo, em vez de pensamento, expressam apenas conformismo, acomodação. Se as coisas melhoraram para o povo, justificam, por que deveriam incomodar-se com os meios que permitiram essa suposta melhoria? Transformam assim o inocente povo em culpado pela descaracterização moral deles, assim como o presidente já tornara "o sistema" culpado pelas transgressões, pelos "erros" dos "companheiros".
Há muitos anos me refiro a alguns dos personagens principais da cena política dominante no Brasil e seus aduladores dizendo que são "macunaímicos". Entretanto, servindo-me do conhecido personagem de Mário de Andrade, no fundo estarei quase perdoando os desvios de conduta. Macunaíma é o "herói sem caráter". Mas, neste caso, a palavra caráter quase assume seu sentido em espanhol: sem característica, que se adapta facilmente a situações variáveis, mais do que de "mau caráter". Há a ausência do bem e do mal, de ambos, não uma distinção frouxa entre eles. Trata-se, portanto, de uma inclinação ao oportunismo, sem necessariamente implicar uma transgressão ou mesmo um juízo moral. Bem pensando, talvez fosse melhor buscar nas Memórias de um Sargento de Milícias recursos para entender a "moral" de alguns entre nossos governantes e de certos intelectuais que os enaltecem, compreendendo-os num contexto que, sem o negar, ultrapassa o comportamento individual sem caráter de Macunaíma.
Nas Memórias o bem e o mal nunca aparecem em sua inteireza, há um jogo entre eles, um sistema no qual suas referências estão presentes, nota Antonio Candido numa magistral interpretação da obra de Manoel Antônio de Almeida (*). Admite-se certo abrandamento entre norma e conduta, dotando os personagens de "flexibilidade moral", mas não se elimina a norma. A ordem (o respeito à lei) é um vago princípio abstrato; a liberdade, um capricho. Passar de um universo ao outro (da norma à transgressão, da ordem à desordem) não impõe culpa: "As pessoas fazem coisas que poderiam ser qualificadas como reprováveis, mas fazem também outras dignas de louvor, que as compensam. E como todos têm defeitos, ninguém merece censura." Noutro trecho: "O remorso não existe, pois a avaliação das ações é feita segundo a sua eficácia." Disso tudo resulta que o herói do livro, Leonardo Filho, vive num universo cultural em que há a aceitação do homem "como ele é, um misto de cinismo e bonomia". Os personagens se movem num balé entre o lícito e o ilícito, num ambiente permeado por uma tolerância corrosiva que aceita como válida a realidade tanto para lá como para cá da norma e da lei. Forma-se uma "dialética da malandragem".

Pode haver descrição melhor para a nossa realidade política atual? Não se trata de mero oportunismo no caso dos personagens a que me refiro, mas de rechaço aos aspectos da cultura ocidental que, transposta para as Américas, encontrou acolhida nos Estados Unidos, onde "uma presença constritora da lei, religiosa e civil, plasmou os grupos e os indivíduos, delimitando os comportamentos graças à força punitiva do castigo exterior e do sentimento interior de pecado", diz Antonio Candido. Em nossas plagas, abaixo do Equador, onde não haveria pecado, a lei é frouxa para constranger, a impunidade impera. E durma-se com um barulho desses.
Mas essa é precisamente a questão: estamos assistindo ao desdobramento da marcha da insensatez, recuando no tempo, para mergulharmos no que há de pior do "homem cordial" tão criticado por Sérgio Buarque como oposto à democracia, na troca tradicional de favores, na concepção de que "aos amigos, tudo, aos inimigos, a lei", na confusão entre público e privado e no patrimonialismo moderno que resulta em sanguessugas e mensaleiros. Isto tudo sob as vistas cínicas e prenhes de bonomia do Grande Padrinho, que, acima do bem e do mal, preside não o Brasil, mas a "República da Malandragem". Essa, para parafrasear os desiludidos com a República de 1889, não é a República de meus sonhos, nem a da maioria dos brasileiros.


(*) Antonio Candido, A Dialética da Malandragem, in: O Discurso e a Cidade, São Paulo, Duas Cidades, 3ª edição. As citações entre aspas são deste ensaio.

A grande inspiração do PT

Mussolini teve os seus garotos, a juventude fascista, que ganhou até hino. Na Alemanha, todo menino era obrigado a se integrar à juventude hitlerista. Já que o camarada Ricardo Berzoniev falou em "fascismo", creio que é chegada a hora de termos a “Juventude Lulista”, com um Departamento de Informação e Propaganda entregue a Luiz Dulci. Professor que é, pode comandar também uma equipe para rever os livros didáticos do país. A revolução cultural já começou com o vestibular da Universidade Federal do ABC. Algumas questões cantavam a glória de quem? Ora, no nosso líder, do nosso condutor, do nosso comandante, do nosso timoneiro. Mas não falava da sua fase gloriosa, não. Tratava dos tempos em que ele estava no início da Grande Marcha. Eu acho que é preciso que Estepaiz entre no eixos e ajuste o passado com o presente, de olho no futuro. Vai abaixo uma sugestão de música para os assistidos pelos vários programas de Lula cantarem nos comícios. Troca-se a Itália pelo Brasil e Mussolini por Lula. E pronto.

Salve, o Popolo d'Eroi
salve, o Patria immortale!
Son rinati i figli tuoi
con la fè nell'ideale.

Il valor dei tuoi guerrieri
la virtù dei pionieri,
la vision de omni fieri
oggi brilla in tutti i cuor.

Giovinezza, giovinezza
primavera di bellezza,
della vita nell'asprezza
il tuo canto squilla e va!

Dell'Italia nei confini
son rifatti gli Italiani
li ha rifatti Mussolini
per la guerra di domani.

Per la gioia del lavoro
per la pace e per l'alloro,
per la gogna di coloro
che la Patria rinnegar.

Giovinezza, giovinezza
primavera di bellezza,
della vita nell'asprezza
il tuo canto squilla e va!

I poeti e gli artigiani,
i signori e I contadini,
con orgoglio d'italiani
giurar fede a Mussolini.

Non v'è povero quartiere
che non mandi le sue schiere,
che non spieghi le bandiere
del Fascismo redentor.

Giovinezza, giovinezza
primavera di bellezza,
della vita nell'asprezza
il tuo canto squilla e va !

sábado, setembro 02, 2006

NADA COMO UM ANO ELEITORAL! E É ESTUDO DO PNUD DA ONU! SE LEVARMOS EM CONTA O DESVIO DE FOCO, HAJA CLIENTELA!

Bolsa Família supera número de pobres


Numero de beneficiados pelo programa federal é maior que estimativa de domicílios com renda per capita inferior a R$ 120 por mês. O total de lares que recebem o Bolsa Família já supera o número de famílias pobres no Brasil. Em julho, foram atendidos 11,118 milhões de domicílios, 15 mil a mais que os 11,103 milhões de lares pobres estimados pelo Ministério de Desenvolvimento Social. A pequena diferença, no entanto, oculta discrepâncias estaduais. No Rio de Janeiro, por exemplo, 116 mil famílias que se enquadram nos critérios do programa (ou seja, têm renda per capita inferior a R$ 120) não recebem o benefício, enquanto no Estado vizinho, Minas Gerais, o programa atende 133 mil lares a mais que a estimativa de pobres.

BEATRIZ SARLO -EN LA NACION - DESENHA O QUADRO POLÍTICO ARGENTINO. ALIÁS, IRMÃO GÊMEO DO BRASILEIRO.

Como aperitivo esse parágrafo a seguir. Quem quiser ler o imperdível artigo completo, é só clicar aqui.
Desde Menem, por otra parte, se ha vuelto clásico un axioma de la filosofía política criolla que reza que la oposición sirve sólo para impedir la gestión de gobierno (sintetizado en la frase campera “poner palos en la rueda”). Los políticos, comenzando por Kirchner, siguiendo por Macri de modo exagerado, y todos los gobernadores radicales kirchneristas, se refieren a su función como a la de quien “gestiona” para solucionar los “problemas de la gente”. Con tal definición indigente de lo político, todo debate partidario o parlamentario es una pérdida de tiempo. Y todo intercambio de ideas, un subterfugio o un derroche.
La oposición fue astutamente asimilada a una discusión interminable e inútil, que recae también sobre las instituciones en las que el debate precede a la resolución y ésta no depende de la voluntad de un único soberano. Kirchner trabaja estos temas, conocedor de un sentido común al que es muy fácil llegar con un discurso antipolítico.

Artigo do Senador: Na mira do governo (FGTS)

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), criado nos idos de 1966 sob a feliz inspiração de Roberto Campos, Octavio Bulhões e Nascimento Silva, foi alçado à linha de tiro pelo governo federal. A última reunião do Conselho Curador do FGTS aprovou a questionável proposta do Ministério do Trabalho de utilizar parcela do patrimônio líquido do Fundo para financiar o setor da infra-estrutura.
Não houve unanimidade. Os representantes do comércio (CNC) e da indústria (CNI) foram vozes dissonantes, expressas nos votos contrários apresentados diante do mencionado conselho.

A partir do momento em que começou a ser veiculada na mídia a sinalização de que a “idéia” e o alvo estavam definidos, devidamente arquitetados em alguns gabinetes da Esplanada dos Ministérios, ocupei a tribuna do Senado para questionar o uso do FGTS no financiamento de rodovias, portos e ferrovias.

Considero um contra-senso encaminhar ao Poder Legislativo propositura no sentido de legitimar o desvio de recursos que constituem um dos poucos patrimônios do trabalhador.

O cronograma estabelecido é enviar ao Congresso Nacional até o final do ano um projeto de lei nesse sentido e imprimir urgência à sua tramitação nas duas Casas. A despeito de coincidir com o final da atual legislatura, acredito ser possível arregimentar apoio para impedir a sua aprovação.

O montante inicial colocado à disposição do setor de infra-estrutura seria de R$ 5 bilhões, podendo no entanto, segundo cálculos já efusivamente anunciados, alcançar 80% do patrimônio líquido do FGTS. A Caixa Econômica Federal seria responsável pelo gerenciamento dos recursos e apontaria os empreendimentos a serem contemplados com financiamento.

A “aventura” às custas de um pecúlio que foi concebido para ser sacado em situações específicas definidas por lei, representando uma garantia para a indenização do tempo de serviço, passaria a poder ser liberado para sustentar uma certa “carteira de investimentos”. Os mecanismos idealizados pelo governo federal inspiram enorme preocupação e devem mobilizar os parlamentares no retorno às atividades em outubro próximo.

É importante ressaltar que não estamos falando de um manancial qualquer de recursos. A dimensão envolve ativos de cerca de R$ 180 bilhões, compostos por cerca de 100 milhões de contas, garantidoras da quase totalidade do financiamento da moradia popular considerando que quem financia a chamada habitação da classe média é sabidamente o Sistema de Financiamento Imobiliário, com recursos das contas de poupança.

Nesse contexto, gostaria de endossar as palavras do presidente da Confederação Nacional do Comércio – CNC, Antonio Oliveira Santos, que propõe uma alteração inteligente nas atuais regras, qual seja: “creditar às contas vinculadas dos trabalhadores, proporcionalmente, o superávit de cerca de R$ 22 bilhões hoje existentes”. Aliás, devemos registrar que graças à eficiente administração do Conselho Gestor e da Caixa Econômica Federal foi possível garantir um patamar tão lucrativo obtido a partir da aplicação dos depósitos.

O atual governo não poderia ter escolhido um momento menos adequado para lançar uma proposta nesses termos. Estamos em pleno curso do processo eleitoral e o Parlamento realiza esforço concentrado episódico para apreciar poucas matérias. De qualquer forma não passou desapercebida a intenção nem tampouco o gesto capitaneado pela Pasta do Trabalho, com o aval do Palácio do Planalto, de “garfar” o FGTS. O nosso compromisso será o de cerrar fileiras para barrar a aprovação do projeto de lei a ser enviado.

Senador Alvaro Dias – líder da minoria e vice-presidente nacional do PSDB

sexta-feira, setembro 01, 2006

CABEÇA DE MULHER


E assim por diante, é fácil de entender, né não?

PASSA-PASSA A MÃO

Roberto Campos assim definia o pseudo Partido dos Trabalhadores: "O PT É O PARTIDO DOS ESTUDANTES QUE NÃO ESTUDAM... DOS TRABALHADORES QUE NÃO TRABALHAM (SINDICALISTAS) E DOS INTELECTUAIS QUE NÃO PENSAM".
Agora na web surgiu uma complementação da dita definição: "O PT é um partido orientado por intelectuais que estudam e não trabalham, formado por militantes que trabalham e não estudam, comandado por sindicalistas que não estudam e nem trabalham e suportados por eleitores idiotas que trabalham prá burro mas não têm dinheiro para estudar..."

O Globo traz entrevista "sem respostas" de LULA

ANCELMO GÓIS: "Em setembro de 2002, o senhor, como candidato, deu entrevista a colunistas do GLOBO. Na época, fiz uma pergunta sobre a escalada da violência. O senhor criticou FH, que, em oito anos, só tinha se reunido duas vezes com os governadores para tratar da dívida dos estados, e nunca para discutir temas como a violência. O senhor defendeu ainda a idéia de o governo federal coordenar o combate nacional ao narcotráfico e ao crime organizado. O senhor não acha que faltou ao presidente ter ouvido o candidato Lula?"

LULA:

LUIS FERNANDO VERÍSSIMO: "O senhor acabou fazendo um governo mais social-democrata do que se esperava. No seu segundo mandato pode se esperar um Lula ainda mais de centro atrás do consenso ou mais de esquerda?"

LULA:

ELIO GÁSPARI: "O senhor conversou com Paulo Okamotto a respeito da dívida de R$ 29 mil que o PT lhe cobrou? Ele diz que não quis ficar ‘enchendo o seu saco com uma coisa como essa'. Quando a dívida sumiu, o senhor teve a curiosidade de descobrir como ela foi quitada?"

LULA:

ZUENIR VENTURA: "Como candidato, o senhor promete investir em infra-estrutura, cortas gastos e reduzir impostos. Por que o senhor não fez isso como presidente?"

LULA:

TEREZA CRUVINEL: "Para formar uma base parlamentar, seu governo cooptou partidos e políticos que nunca tiveram nada a ver com o PT e com suas idéias. PL, PP e PTB, que vieram a ser conhecidos como partidos do mensalão. Agora, disputando a reeleição, o senhor tem o apoio de candidatos de mesmo perfil, como o senador Crivella no Rio, Newton Cardoso em Minas, e de candidatos a deputado envolvidos nos escândalos recentes. O senhor não acha que com isso está criando as condições para que os mesmos erros e delitos políticos se repitam num eventual segundo mandato?"

LULA:

JORGE BASTOS MORENO: "Presidente, se, como o senhor diz, está para nascer alguém que possa dar lição de ética para o senhor, já apareceu algum companheiro seu para dar a ficha técnica dos seus maiores aliados políticos em Minas, Pará e Rio de Janeiro?"

LULA:

ARTUR XEXÉO: Na campanha de 2002, o senhor se orgulhava de ser o único candidato "que participou de todos os debates desde 1989". Estamos a um mês das eleições de 2006 e, até agora, o senhor não participou de debate algum. Há alguma chance de antes do dia 1° de outubro o senhor voltar a se orgulhar daquele comportamento?

LULA:

CORA RÓNAI: "Presidente, o senhor se considera um bom pai?"

LULA:

CHICO CARUSO: "O senhor é a favor ou contra o sistema de cotas raciais para acesso a universidades?"

LULA:

ARNALDO BLOCH: "O Lula que aparece hoje no horário gratuito é um ser independente, sem filiação partidária, sem companheiros históricos, um herói solitário. Expurgar o PT da sua trajetória política não é faltar com a verdade? Não é ser injusto com aqueles que se mantiveram fiéis e não pactuaram com a corrupção, a ‘banda boa'? Não é como dar um soco na militância que, ao longo das décadas, o ajudou a sobreviver politicamente? Enfim, uma vez que virou as costas ao PT, gostaria de saber com que partido o senhor se identifica hoje, já que, a exemplo da última campanha, continua a trocar apoios com uma gama bastante variada de tendências políticas ".

LULA:

MÍRIAM LEITÃO: "Candidato, ainda que a grande dúvida sobre seu governo seja no campo da corrupção, o senhor muda tanto de explicação para os escândalos que ficarei em outro tema. O senhor me disse, numa entrevista em 2002, a seguinte frase: ‘Míriam, eu vou te dizer uma coisa porque eu quero que você me cobre depois: eu vou fazer reforma agrária sem uma ocupação e sem uma morte'. Atendendo ao pedido, aqui vai a cobrança: foram 880 ocupações e 72 mortes pelos dados oficiais do seu governo que vão apenas até março. Como o senhor explica ter errado tanto?"

LULA:

FERNANDO CALAZANS: "Presidente, quais foram a maior vitória e a maior derrota de seu governo?"

LULA:

JOAQUIM FERREIRA DOS SANTOS: "Afinal, o que é ética para o senhor? Serve para o PT?"

LULA:

FLÁVIA OLIVEIRA: "A carta tributária no Brasil vem aumentando sistematicamente desde os anos 90. No governo Lula, atingiu seu mais alto nível histórico. Segundo dados da própria Receita Federal, a carga tributária em 2005 alcançou 37,37% do PIB. Para o empresariado nacional, o peso dos impostos é o principal entrave ao crescimento e à competitividade da economia, em razão dos custos que impõe à produção e à concorrência desleal dos sonegadores. O senhor concorda com essa afirmação? O que pretende fazer para diminuir a carga tributária e fazer quem sonega acertar as contas com o Fisco?"

LULA:

JOÃO UBALDO RIBEIRO: "Por que o senhor se considera o melhor candidato a presidente da República? Sua eleição foi vista como a expressão de um desejo de mudanças importantes, estruturais mesmo, por parte do eleitorado. O senhor acha que promoveu essas mudanças? Caso afirmativo, quais são elas? O senhor fez inúmeras referências às ‘elites' que o repudiam e lhe fazem oposição. O senhor poderia especificar que elites são essas?"

LULA:

ARTUR DAPIEVE: "Durante seu governo, o senhor pleiteou um papel de líder não apenas regional, mas também mundial para o Brasil, articulando uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU e mandando tropas para o Haiti, por exemplo. Apesar disso, assistiu passivamente a Hugo Chávez assumir este papel, inclusive pela intromissão na política de outros países. Qual será a política brasileira para a Venezuela caso o senhor conquiste o segundo mandato?"

LULA:

PAULO COELHO: "Depois de uma grande expectativa internacional criada em torno de sua eleição para presidente, que resultou inclusive em uma consagradora acolhida em Davos que eu tive oportunidade de presenciar, me parece que a visão estrangeira da política na América Latina está sendo marcada por outros mandatários no continente. A política exterior brasileira tem sido bastante coerente, mas as negociações em Doha terminaram em um retumbante fracasso - que, diga-se de passagem, não é culpa do Brasil. O país tem um ‘plano B' para a Organização Mundial de Comércio? É possível uma pressão conjunta com outros governantes da América Latina, evitando cair na armadilha do discurso demagógico e inútil de alguns deles?"

LULA:

PARÁBENS A CORAGEM DO JORNAL O GLOBO em publicar esta entrevista.
Cadeira vazia, boca calada, país sem rumo = Lula presidente, nunca mais!

Google, sabe tudo!


Não sou eu quem está falando, e sim o Google.

Aldo Rebelo lerá o pedido de Impeachman!

Aldo Rebelo x David Niven, separados no nascimento. Pena que o da esquerda jamais terá a elegância do da direita

Exatamente daqui a uma semana, na segunda-feira que vem, dia 4 de
setembro, quando a Câmara volta a ter sessões, a partir das 14 horas, o deputado Aldo Rebelo (PC do B), mesmo a contragosto, será obrigado a cumprir a lei e fazer a leitura da mais recente representação que pede a abertura de processo, por crime de responsabilidade, contra o Presidente da República. O pedido de impeachment de Lula da Silva e de José Alencar foi apresentado, como cidadã, pela empresária Ana Prudente, que é candidata a senadora por São Paulo, pelo PTC (Partido Trabalhista Cristão).
Ana Prudente deu entrada na representação contra Lula e Alencar na última quarta-feira, dia 23 de agosto, em Brasília. O documento foi protocolado na Presidência da Câmara, e na Procuradoria Geral da República. Conforme reza a Lei 1079/50, artigo 19, citado no requerimento de abertura do processo contra Lula e Alencar, um pedido desta natureza, obrigatoriamente, deverá ser lido na sessão seguinte da Câmara. Devido ao "recesso" instituído pelos próprios deputados - sempre mais preocupados com suas reeleições para manter o "emprego" do que com o trabalho de legislar - só haverá sessão na Câmara a partir da semana que vem.
As bases para o pedido do impedimento de Lula e Alencar são as revelações do livro "Do Golpe ao Planalto - Uma vida de repórter" (São Paulo: Companhia das Letras, 2006). Nas páginas 222 e 223, o jornalista Ricardo Kotscho, ex-assessor de imprensa da Presidência, confirma a ligação de Lula e do vice com o sistema originário de aliciamento da base aliada para o governo, que ganhou o apelido de "mensalão". No argumento aos deputados, para que aceitem a representação contra o Presidente e seu vice, Ana Prudente manifesta o descontentamento geral dos cidadãos conscientes e esclarecidos contra a corrupção da classe política: O cenário político de que Vossas Excelências tanto necessitam está posto diante de vossos olhos há tempos, no momento em que um povo cordato, honesto e trabalhador está submetido à representação de um corrupto incorrigível e mentiroso contumaz que submete a nação brasileira ao maior estelionato político de nossa história. Afirmar que não há momento político para que se tomem providências no sentido de resguardar a pátria brasileira e garantir um futuro justo e democrático ao povo brasileiro é o mesmo que afirmar que somos todos tão corruptos e desonestos quanto nosso mandatário maior".

Crazy - Gnarls Barkley - Official Video

Esta banda é a nova mania do do verão do Hemisfério Norte. Para quem achou Hey ha do Outcast grudenta, Crazy então, será uma febre.
Banda legal, que mistura vários elementos da música pop e bons arranjos de Jazz, Gnarls Barkley é um colírio musical que vai estourar em breve no Brasil.